Posted by: aboutjules | July 23, 2010

parte de mim está perdida.

Preciso expressar meus sentimentos.
Há uns dias eu dei falta da minha carteira. Vou explicar: muitas vezes eu tiro só um documento e levo na bolsa pra algum bar, etc. Minha carteira se tornou apenas pra guardar cartões, bilhetes, fotos 3×4, etc. e muitas vezes ela ficava em casa. Certo dia eu resolvi usá-la e foi a última vez que a vi.

Eu odeio meus lapsos de memória com todas as forças do meu ser. Simplesmente não consigo lembrar de um flash sequer da última vez que a usei. Meu quarto já foi revirado, assim como minhas bolsas… nada.

O pior nessa história toda é que dificilmente eu me abalo com uma perda material. Já roubaram minha super câmera kodak lente dupla e eu pouco me abalei, eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu compraria outra câmera. Fiquei triste por perder as fotos do dia, só. Mas isso é diferente. Foto minha de 15 anos atrás com recado pro meu padrasto já falecido, foto de infância, 3×4 da minha mãe com 20 anos, fotos de amigos intercambistas que eu não vejo há anos, bilhetes de mesa de bar, nada disso se pode “mais cedo ou mais tarde” comprar outro.

Hoje eu estou triste, uma parte de mim está perdida. Pode ser que eu ache, ou não… :/

Posted by: aboutjules | July 13, 2010

the swell season

Cara, essa dupla é sensa! As letras são profundas, as melodias são intensas, as vozes se encaixam. Enfim, pago pau. Aí nos 2 minutos que eu vi de novela hoje reconheci uma melodia e fiquei pensando que música que era… LOW RISING. Fiquei chocada, a banda não é badalaaaaaaada pra estar na novela e eles geralmente não têm muito bom gosto pra trilha sonora de novela. Que bom que isso tá mudando, né!

Posted by: aboutjules | June 30, 2010

fantááááástico!

Posted by: aboutjules | June 26, 2010

playlist

Ouvindo meu iTunes, comecei a refletir. É um mix enorme, aí eu pensei que no meu conceito de junk music, como não né… No meu conceito, junky music é tipo McDonald’s, ninguém pode negar que é bom.

Exemplo: Oh my Gosh, I’m so in love! I found you finally. You make me wanna say Oh oh oh-oh oh oh oh-oh…
Que letra. Mas fica na cabeça, cara. E enquanto você bota a comida no prato ou pega a toalha pra tomar banho, oh oh oh-oh vem na cabeça e você não consegue evitar a dançadinha.

Por outro lado, tenho coisas profundas que eu quase choro escutando.
Exemplo: No exato momento to ouvindo When your mind’s made up. Letra profunda, instrumental rico, etc. Outra história!

Daí por diante segue o mix, desde cover de Radiohead, Strokes, Kings Of Leon, Arctic Monkeys, Oasis, Coldplay, Dave Matthew’s Band até Jamiroquai, Kid Cudi, David Guetta e afins… Falta ou excesso de personalidade? Nem eu sei…
eRtranho.

Posted by: aboutjules | June 22, 2010

foolish

And though my heart can’t take no more
I keep on running back to you

Posted by: aboutjules | June 21, 2010

today

Today’s fortune: Love conquers all.

Posted by: aboutjules | June 21, 2010

long weekend

Parece que passei uma semana fora! Tô me sentindo alienada total. Mas, depois de um evento da faculdade e uma tarde de estudos e comilança com 2 pessoas agradabilíssimas, eis que me deparo com o texto mara no blog da Natasha fofa. Copiei na caradura. Lá vai…

De todas as ilusões humanas, a idéia de andar só ou andar acompanhado é a que mais me fascina. Não importa que idade você tenha, ou quanto Nietzsche de verdade tenha lido em sua vida. Não importa o quanto você saiba que está sempre sozinho em suas decisões. Não importa o quanto você saiba que seu mundo interior é o único mundo que você realmente pode conhecer, e ainda assim com imensas restrições.

Difícil é aceitar que, embora o mundo exterior seja concreto, seus significados não passam de fantasmagoria. Você não pode acessar os mistérios de outro ser humano, a não ser pela observação dos gestos e pela interpretação destes gestos a partir de seu próprio mundo interior. Todo movimento que fazemos, como seres humanos, é sumariamente imaginário – e só ocorre a partir do único referencial que conhecemos, o nosso íntimo.

O amor é um destes lugares da imaginação em que recriamos a ilusão de não estarmos sós. Não falo da relação concreta que envolve o amor, com suas grandes maravilhas e seus pequenos desastres (ou, às vezes, pequenas maravilhas e grandes desastres). Falo do sentimento que nunca pode ser inteiramente expressado porque é de uma riqueza inacessível para o outro. O amor é um daqueles lugares do indizível, porque não há palavra, imagem ou gesto suficientemente preciso para representá-lo. Não há vocabulário ou acervo capaz de fazer o outro compreender o quanto de amor há ali. Por isso repetimos tanto e de tantos modos diversos, tentando cercar o outro de uma soma constante do nosso amor.

No entanto, por mais que exista um outro a quem amar, e que ele seja merecedor do nosso cuidado e do nosso tempo, a maior façanha do amor é esta ondulação interna que ele provoca – esta sensação de estar pleno de sentimentos fortes, intensos, reais. A sensação de estar vivendo. Na expressão do amor, podemos ser mais ou menos generosos, mais ou menos dedicados, mais ou menos criativos. Não importa. O que importa é esta qualidade que nos conferimos ao amar alguém. Quando digo “você é especial” – por palavras, gestos ou olhares silenciosos -, estou dizendo “você é especial para mim, sou eu que te faço assim”. E, se sou capaz de te fazer especial, é porque tenho esta riqueza interna inigualável.

Somos todos passionais. Uns mais, outros menos. Uns gritam suas angústias, pedem explicitamente, atacam o objeto de amor. Uns esperam, recolhem, se encolhem. Seja como for, é um mundo intenso que está sendo vivido e experienciado. O mundo interior do qual partimos para todas as nossas aventuras e ao qual sempre retornamos muitas e muitas vezes, sempre com mais bagagem e coisinhas a guardar.

Adorei o texto e acho que reflete muito a minha situação atual, essa descoberta contínua do que é o “eu” e do que é o “nós” num relacionamento. Daí me veio a frase de uma música do Keane “when we fall in love we’re just falling in love with ourselves” – faz TODO sentido.

Posted by: aboutjules | June 19, 2010

right now

Tô morrendo de saudade de amigos que não vejo há tempos e tô numa sessão OASIS antigo!

Posted by: aboutjules | June 18, 2010

killers

Outro dia tava assistindo o DVD mmaaaaaaara do Killers e percebi a letra de For reasons unknown, muito interessante, chéntch!

Posted by: aboutjules | June 18, 2010

crisecrisecrise

Peraí, deixa eu botar uma música ambiente. Ok, Who knows who cares tá boa para o momento.

Tô em crise, cara.  Mas é porque sou burra, dá nisso. Tenho nada que querer saber/ver certas coisas, nem de pessoas que já saíram da minha vida diretamente e nem indiretamente… O que passou PASSOU, certo?! Pra mim e pros outros. Amém.

Preciso desabafar: eu me impressiono com a minha falta de objetividade de vez em quando… Às vezes eu penso em largar tudo, sabia? Tudo que eu quis tanto ter, às vezes me pergunto se é mesmo o melhor pra mim. Mas eu tô em crise, né, vai saber.

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